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Lâmpadas fluorescentes exigem cuidado no descarte

energiesparlampe 1167347 960 720 Foto: Pixabay

 

Publicado em 27/7/2017

Com o objetivo de sistematizar o processo de destinação final dos resíduos de lâmpadas fluorescentes utilizadas nas dependências da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP no campus Fernando Costa, em Pirassununga, foi estruturada a gestão própria de coleta, armazenamento e descarte do material. A ação garante que a destinação final desse resíduo esteja ambientalmente adequada, em conformidade com a Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Lâmpadas Fluorescentes são classificadas, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente, como resíduo “Classe 1-Perigoso”, pelo fato de conter metais pesados na sua composição, dentre eles o mercúrio. Este pode contaminar o solo, as plantas, os animais e a água. A quantidade de mercúrio em uma lâmpada fluorescente varia consideravelmente de acordo com o fabricante, do tipo de lâmpada e do seu ano de fabricação. Em média uma lâmpada fluorescente tubular de 15W a 110W contém cerca de 0,020g, potencial para contaminar até 20 mil litros de água.

As lâmpadas florescentes que contêm mercúrio têm eficiência luminosa de três a seis vezes superior, têm vida útil de quatro a 15 vezes mais longa e 80% de redução de consumo de energia. Dessa forma, elas geram menos resíduos e reduzem o consumo de recursos naturais para a iluminação.

O processo já era desenvolvido por Evilásio Jr. e Edinei Muniz e foi aprimorado por Welson Barbosa Júnior, funcionários da Assistência Técnica Administrativa (ATPS). O descarte anual foi sistematizado e 400 lâmpadas. Veja como acontece a solicitação de troca e recolhimento do material:

1) Departamentos da FMVZ solicitam a troca das lâmpadas queimadas ao Serviço de Manutenção da ATPS;

2) Os funcionários da ATPS agendam o serviço e substituem as lâmpadas queimadas;

3) As lâmpadas queimadas são levadas ao coletor apropriado na ATPS;

4) Em média, a cada 400 unidades, ou com a capacidade do coletor tomada em ¾, os funcionários do Serviço de Manutenção da ATPS contam as lâmpadas e notificam a Prefeitura do Campus USP Fernando Costa para implantação da requisição de compra do serviço de retirada, que é feita de maneira unificada para todo o campus;

5) ATPS realiza a transposição de verba para pagar o serviço;

6) ATPS recebe a certificação de envio.


Eu adaptei às normas, inclui o coletor central e montei o fluxograma no processo que já existia, portanto não foi eu quem o implantou. Os funcionários da Manutenção Evilásio Z. Jr e Edinei D. Muniz já realizavam o processo, eu apenas lapidei e adaptei.